DISCOFRAFIA PADRE ZEZINHO SCJ: Este espaço criado por Ricardo Becker Maçaneiro é destinado a análise da extensa discografia do Padre Zezinho SCJ, pioneiro da música católica popular. É bom frisar que ESTE BLOG NÃO É UM ESPAÇO OFICIAL DO COMPOSITOR, MAS, UMA HOMENAGEM AO MESMO.
Os diversos álbuns musicais estão comentados um a um nos "Marcadores", onde há também outras informações em postagens.
Observação: Onde consta "Discografia Nacional" é considerado como tal os álbuns lançados no Brasil.
Um álbum que nasce da serenidade e da esperança, com cantos para desacelerar o coração, voltar ao essencial e reaprender a dialogar. ❤️🔥"
Lançado às 0h de 12 de junho de 2026, na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, "Canções de um Coração Sereno" é classificado como "álbum", embora tenha apenas 7 músicas, dando pouco mais de 21 minutos de música.
O trabalho, lançado na mesma semana em que Padre Zezinho completou 85 anos de vida (ocorrido em 8 de junho), traz canções da espiritualidade dehoniana, da qual o padre faz parte, voltadas à reparação ao Coração de Jesus, com as participações de Cantores de Deus, Adriana Melo e Ir ao povo, artistas que vêm acompanhando o padre há muitos anos.
A última faixa, "Tenho um deserto para atravessar", já havia sido lançada como single, em 8 de agosto de 2025. Trata-se de um festejado "feat." do Padre Zezinho com Zé Vicente. Ambos os compositores são conhecidos por terem músicas com o nome "Utopia" e há muito o universo católico sonhava com um lançamento de um feat. entre eles. Embora Zé Vicente já tenha participado de show do Padre Zezinho lançado em home video, tal dueto nunca foi lançado em forma de áudio.
Faixas:
1- Coração Sagrado 2'29"
2- Quem é ele (com Cantores de Deus) 3'14"
3- Coração Rebelde (com Cantores de Deus e Ir ao Povo) 2'44"
4- Reparação e Oblação (com Cantores de Deus e Ir ao Povo) 2'45"
5- Corações ardentes (com Adriana Melo) 3'15"
6- Descrucificar (com Ir ao Povo) 3'43"
7- Tenho um deserto para atravessar (com Zé Vicente) 3'29"
“Amar como Jesus amou”: nova versão com Pe. Zezinho, scj e Fábio Carneirinho cheia de ternura
Uma catequese em canção que atravessa gerações e ganha vídeoclipe que emociona e leva o espectador a entrar na cena
por Gracielle Reis / Paulinas-COMEP
“Amar como Jesus amou” não é apenas uma música. É uma verdadeira catequese cantada, que atravessa gerações e continua a ensinar crianças, jovens e adultos a viverem o Evangelho de forma concreta. Agora, a canção ganha uma nova versão interpretada por Fábio Carneirinho e Padre Zezinho, scj, unindo tradição, criatividade musical e espiritualidade numa leitura contemporânea e sensível.
Ao longo de mais de cinco décadas, a canção tornou-se presença quase obrigatória em encontros catequéticos, celebrações e momentos formativos. Isto porque traduz em palavras simples o coração da vida cristã: imitar Jesus no amor, no pensar, no sorrir e no viver.
Um videoclipe que emociona e leva a entrar na cena
O lançamento vem acompanhado de um clipe que mais parece um filme de animação. É impossível assistir sem um sorriso nos lábios e um brilho nos olhos, como o da menina que protagoniza a história. Faz ainda despertar a vontade, literalmente, de dar um beijo demorado em Jesus, tamanha a doçura das cenas.
O espectador entra na imaginação da criança, que, com caderno e lápis na mão, deseja compreender como é ser como Jesus. Nas cenas, o próprio Cristo “explica” com gestos e atitudes:
● o momento de oração ao Pai; ● a cura dos doentes; ● a proximidade com os mais frágeis e com as crianças; ● a ceia com os apóstolos.
A animação de “Amar como Jesus amou”mistura cenários da época de Jesus com ambientes atuais, sugerindo que a mensagem do Evangelho é eterna e sempre atual. Ela atravessa culturas, tempos e gerações.
Música nascida de um encontro real e inesquecível
Em 1974, durante uma viagem à Europa, Pe. Zezinho, scj, esteve em Portugal, onde, após uma conferência em Coimbra, foi abordado por uma menina que queria saber como era a vida de Jesus. Com ternura e tentando falar com o sotaque português, ele respondeu: “Se queres saber como Jesus era, tens que amar como Jesus. E não só: tu tens que pensar como Jesus! Tu tens que sorrir como Jesus e dormir em paz como Jesus”.
A menina, encantada, quis anotar tudo. O encontro tocou profundamente o coração do sacerdote, que, no dia seguinte, compôs a canção. Era o ano da Revolução dos Cravos e “Amar como Jesus amou” foi apresentada na Paróquia de Arroios, em Lisboa, tornando-se rapidamente uma revolução na música para a catequese.
Padre Zezinho, scj, e Fábio Carneirinho. Foto: JR Studios
O cantor e sanfoneiro Carneirinho manifestou o desejo de interpretar as obras do sacerdote e recebeu dele um repertório especial de 13 canções, sendo seis inéditas. Com seu estilo nordestino e criatividade musical, ele toca sanfona e interpreta as músicas do álbum de forma primorosa.
Uma catequese que atravessa o tempo
A nova versão de “Amar como Jesus amou” não é apenas um relançamento. É um convite renovado à vivência do Evangelho no cotidiano. A música continua a ensinar que amar como Jesus é pensar, sorrir, agir e descansar em paz como Ele. Uma pedagogia e itinerário de intimidade com o Senhor para o dia a dia de qualquer pessoa.
Entre a ternura da menina, a beleza da animação e a parceria musical, esta versão convida crianças e adultos a redescobrir a alegria de seguir Jesus. Confira a música nas plataformas digitais e o clipe no YouTube.
Pe. Zezinho, scj “Canções de Esperança e Diálogo”: um convite a ouvir, dialogar e esperar
Um álbum que torna-se um verdadeiro chamado para reaprender a ouvir, a esperar e a caminhar juntos à luz do Evangelho. Mais do que respostas prontas, um itinerário interior, onde a oração abre espaço para a convivência e a esperança
por Gracielle Reis / Paulinas-COMEP
Pe. Zezinho, scj em “Canções de esperança e Diálogo”. Foto: Juliene Barros
Em um mundo ferido pela pressa, pela intolerância e por tantas palavras ditas sem escuta, o diálogo torna-se um verdadeiro gesto de fé. É neste espírito que Pe. Zezinho, scj, apresenta seu novo álbum “Canções de Esperança e Diálogo”. Trata-se de um verdadeiro chamado para reaprender a ouvir, a esperar e a caminhar juntos à luz do Evangelho.
As canções nascem do cotidiano da Igreja e da vida, onde as relações se constroem ou se rompem, de acordo com o modo como falamos, agimos e sentimos. Mais do que respostas prontas, o álbum propõe um itinerário interior, onde a oração abre espaço para a convivência e a esperança renova o olhar sobre o mundo.
“Faz tempo que eu persigo, em canção, a ideia do diálogo, diálogo, diálogo. E sobretudo, da esperança, esperança, esperança”, reitera o religioso ao ressaltar que estamos numa civilização do “eu”, em que muitos estão na superficialidade e centrados em si.
Dialogar: uma graça a ser pedida
Dialogar não é vencer discussões, mas construir pontes. Em faixas como “A graça de dialogar”, “A graça de saber ouvir” e “Dialogarás”, o álbum “Canções de Esperança e Diálogo” transforma qualquer comunicação em súplica. Ou seja, um olhar voltado a Deus a fim de pedir um coração paciente, humilde e capaz de escutar antes de responder.
As letras revelam uma verdade simples e exigente: não sabemos amar direito se não aprendermos a ouvir. Em tempos de opiniões rápidas e julgamentos severos, essas canções recordam que o cristão é chamado a argumentar sem ódio, a discordar sem contendas e a falar sem ferir. Como o próprio autor afirma, as composições são uma oportunidade de descobrir a “mística do diálogo”.
Pe. Zezinho, scj durante as gravações do álbum “Canções de Esperança e Diálogo”. Foto: Juliene Barros
Esperar também é uma forma de rezar
A esperança atravessa todo o álbum como um fio silencioso, mas firme. Em “O verbo esperar”, aprendemos que não é um ato passivo, contudo um jeito profundo de crer, amar e confiar. Em “Eu já vi milhões orando”, a fé do povo aparece como força que sustenta a Igreja mesmo quando a paz parece distante.
Canções que recordam que a esperança cristã não ignora as dores do mundo, mas insiste em confiar que Deus continua agindo na história, mesmo quando tudo parece lento ou difícil. “Santo que não espera, se desespera e não é santo. Santo é aquele que vive de esperança: ‘eu conheço Jesus e espero, um dia, estar com Ele na glória. Mas enquanto isso não acontece, eu estou com os outros’”, ensina Pe. Zezinho, scj.
Vocação, família e Eucaristia: lugares do encontro verdadeiro
As faixas de “Canções de Esperança e Diálogo” também tocam dimensões essenciais da vida cristã. Em “Eis-me, Senhor, renovando” e “Neste altar onde tantos juraram”, a vocação, seja matrimonial ou religiosa, é apresentada como resposta renovada, vivida diante de Deus e sustentada pela graça. Cada “eis-me” nasce da escuta e se fortalece na fidelidade cotidiana.
A Eucaristia, centro da vida da Igreja, aparece como fonte de unidade e esperança em “Apenas uma partícula”: basta um fragmento do Corpo do Senhor para saciar a fome de sentido. É no altar que o diálogo mais profundo acontece: Deus fala e o coração responde.
Já em “Sagradas Famílias”, o olhar se volta para Nazaré, onde José, Maria e Jesus ensinam que dialogar também é escutar em casa, obedecer, guardar no coração e crescer juntos na presença de Deus.
Confira a lista completa das faixas do álbum:
● A graça de dialogar ● A graça de saber ouvir ● O verbo esperar ● Deus abençoe esta gente ● Dialogai, dialogai ● Eu já vi milhões orando ● Eis-me, Senhor renovando ● Neste altar onde tantos juraram ● Apenas uma partícula ● Sagradas Famílias ● Dialogarás
Um canto que reúne muitas vozes e talentos
Canções de Esperança e Diálogo é também um projeto marcado pela comunhão. Participam do álbum como intérpretes os Cantores de Deus, Sônia Mara, Ricardo Moreno, Giba, além dos dehonianos Pe. José Ronaldo Gouvêa, scj e Pe. Renan Picheli, scj. As vozes se entrelaçam como sinal de uma Igreja que canta unida para proclamar a Palavra de Deus.
Pe. Zezinho, scj com Pe. José Ronaldo Gouvêa, scj e Pe. Renan Picheli, scj. Foto: Juliene Barros
Outros “bons ouvidos” integram o projeto: a produção musical é de Ir. Verônica Firmino, fsp, que assina também a produção artística com Pe. Zezinho, scj. Os arranjos e instrumentação são do maestro Luiz A. Karam; e a gravação de voz, mixagem e masterização de Alexandre Soares, com assistência de estúdio de Vanderlei Pena.
O álbum não pretende encerrar debates, mas abrir caminhos. Percursos de escuta, paciência, reconciliação e esperança, que já estão disponíveis nas plataformas digitais. Ouça “Canções de Esperança e Diálogo” a fim de, sobretudo, silenciar o coração para ouvir Deus e, a partir Dele, reaprender a ouvir o outro.
Lançamento: 10/12/2025
Ficha Técnica
Produção fonográfica: Paulinas-COMEP Coordenação de produção: Ir. Eliane Deprá, fsp Produção e musical: Ir. Verônica Firmino, fsp Produção artística: Pe. Zezinho, scj e Ir. Verônica Firmino, fsp
Arranjo e instrumentação: Luiz A. Karam Gravação de voz Mixagem e masterização: Alexandre Soares Assistente de estúdio: Vanderlei Pena
“Teu sorriso no meu rosto”: álbum de Pe. Zezinho, scj, para celebrações com crianças
As canções foram escritas pelo sacerdote há mais de 30 anos com o objetivo de engajar as crianças na Liturgia e ensiná-las sobre a Eucaristia e a partilha
por Gracielle Reis / Paulinas-COMEP
Pe. Zezinho, scj volta a lançar canções para crianças (Foto: Juliene Barros)
Não é preciso dizer muito que música do Pe. Zezinho, scj é garantia de conteúdo bom! E sendo cantos voltados para as crianças, é certeza de tocar o coração das novas gerações.“Teu sorriso no meu rosto” é o recente álbum do sacerdote voltado para a criançada, mas com a novidade de serem os pequenos a cantar para outros amiguinhos.
As canções foram escritas por ele há mais de 30 anos, mas levar os mais novos a um encontro com Jesus na Eucaristia é sempre atual. São músicas para as celebrações com crianças, catequese, orações em família ou aulas de religião nas escolas.
Pe. Zezinho, scj trabalha com catequese há cerca de 60 anos e atesta que as músicas litúrgicas são um bem enorme para o crescimentos dos mais jovens. Para os catequistas, o álbum “Teu sorriso no meu rosto” será um ótimo recurso para os encontros de catecismo. São letras e arranjos criativos com mensagens que despertam nas crianças a alegria de estar em Deus.
Capa do álbum “Teu sorriso no meu rosto” de Pe. Zezinho, scj (Arte: Tia Poti Estúdio)
“Do seu jeito infantil, as crianças precisam entender o sentido da partilha. Partilhar o pão; partilhar o vinho; partilhar Jesus”, ressalta o sacerdote e compositor ao dizer que é de criança que se aprende esse gesto e a reconhecer Jesus na Eucaristia e no irmão.
Agora, imagine a rotina de um menino ou uma menina ou, de repente, já tenha em mente como é o dia a dia das suas crianças. O repertório de “Teu sorriso no meu rosto” pode ainda nortear a rotina de uma criança, desde do acordar até a hora de dormir:
MANHÃ
- “Em nome do Pai”: traçar o sinal da cruz deve ser o primeiro gesto de todo mundo ao se levantar para saudar Jesus com um belo “Bom dia, Senhor Deus”. - Vamos para a mesa do café da manhã comer um pão bem quentinho, porém, sempre na compreensão que temos um alimento que revigora a alma: “O céu aqui na terra” através do Pão Eucarístico. - Seguimos para a escola com “Um sorriso no meu rosto” aos nossos colegas e professores. Lá aprendemos a lição e “Um raio de luz” também penetra os corações com os ensinamentos da Palavra de Deus. “A Palavra é importante” e faz a gente ser feliz!
TARDE
- O coração pequeno também se entrega a Jesus durante o dia. O “Ofertório de criança” é o mais puro e sincero. - É hora de ir para a casa ou outras atividades desejando a paz a cada pessoa. É o “Shalom das crianças” para o mundo! Nesta canção, parecemos mergulhar no tempo e nas páginas da Bíblia para cantar uma melodia semelhante à da tradição judaica.
NOITE
- É hora do banho e, depois, janta em família, quando pedimos a bênção do Papai do Céu sobre os alimentos. A “Benção das crianças” também é dada aos papais, avós, amigos, escola, bairro e ao mundo inteiro! - Antes de dormir, ajudamos os pequenos nas últimas orações do dia, refletimos sobre o que foi bom e aquilo que não foi tão bem, quem sabe, com um amigo do colégio. Porém, sempre é tempo de retomar e “Aprender a ser irmão”.
Uma equipe de trazer sorriso no rosto
O autor das canções afirma com sorriso no rosto: “As crianças cantaram muito bem. O maestro arranjou muito bem. E vocês vão conferir a classe e o desempenho dessas crianças”.
As melodias e as vozes da Maria Clara Mancilha, Ana Luiza Siqueira e Isaac Rafael estão mesmo um encanto! Para o time, foram escaldados ainda o maestro Luiz A. Karam; Ir. Verônica Firmino, fsp como produtora musical e artística; e Andréia Zanardi do grupo Cantores de Deus para o vocal adulto.
As canções podem ser ouvidas nas plataformas digitais e, os conteúdos em vídeo no canal do Pe. Zezinho, scj no YouTube.
Faixas:
01- Em nome do Pai
02- Bom dia, Senhor Deus
03 - O céu aqui na terra
04- Um sorriso no meu rosto
05- Um raio de luz
06- A Palavra é importante
07- Ofertório de criança
08- Shalom das crianças
09- Benção das crianças
10- Aprender a ser irmão
Foi lançada também a versão playback do álbum
O álbum "Teu sorriso no meu rosto" foi acompanhado do lançamento do single promocional "Aprender a ser irmão"
Aprender a ser irmão: lançamento de Pe. Zezinho, scj para as crianças
O ensinamento sobre a fraternidade pode ser ensinado, através do single, aos filhos, netos, sobrinhos e catequizandos. E são crianças as intérpretes, ajudando também a evangelizar
por Gracielle Reis / Paulinas-COMEP
Pe. Zezinho, scj: sacerdote e catequista a serviço de todas as gerações (Foto: Juliene Barros)
Não é de hoje que um jovem senhor cativa os corações seja de adultos ou de crianças. Pe. Zezinho, scj sempre traz novidades e, agora, para a criançada com a estreia do single “Aprender a ser irmão".
O ensinamento sobre a fraternidade pode ser ensinado, através desta canção, aos filhos, netos, sobrinhos e catequizandos. O sacerdote sempre se identifica como “catequista” e suas composições trazem um estilo próprio sobre como sermos irmãos, cristãos, amigos e a amar como Jesus amou:
Um amigo pode ser que nem irmão Um irmão precisa sempre ser amigo E eu quero ser irmão Ser amigo pra valer Quero amar sem distinção Do jeitinho que Deus quer Quero amar como Jesus amou
Mais do que uma letra e melodia, o single é um instrumento de transmissão de valores cristãos de uma maneira alegre, acessível e inspiradora para as novas gerações.
Capa do novo single “Aprender a ser irmão” de Pe. Zezinho, scj (Arte: Tia Poti Estúdio)
Os irmãos e amigos na fé
Uma música como esta tem o envolvimento e a marca da amizade de toda uma equipe. “Aprender a ser irmão” tem interpretação das crianças Maria Clara Mancilha e Isaac Rafael, além de Ana Luiza Siqueira e de Andréia Zanardi do grupo Cantores de Deus no coro. Pe. Zezinho, scj também não fica de fora: antes de iniciar o canto, ele explica “o que a gente vai cantar”.
A canção tem a produção artística de Ir. Verônica Firmino, fsp e os arranjos e instrumentação são assinados pelo maestro Luiz A. Karam. O single vem na frente e deixa um “gostinho” do que está por vir: em breve, Pe. Zezinho, scj vai lançar um álbum com canções para celebrações com crianças.
Enquanto isso, escute “Aprender a ser irmão” nas plataformas digitais e coloque para as crianças dançarem e aprenderem a amar como o Senhor amou.
Pe. Zezinho, scj e artistas cantam versão dos 50 anos de “Um Certo Galileu”
A música nasceu do desejo do sacerdote de cantar o Concílio Vaticano II. Veja ainda como foi acrescentada a quinta estrofe sobre a Ressurreição de Jesus
por Gracielle Reis / Paulinas-COMEP
Pe. Zezinho, scj durante as gravações de “Um certo Galileu”. Foto: Juliene Barros
Se escutar Um certo Galileu de Pe. Zezinho, scj já emociona, imagina ouvir o elenco da Paulinas-COMEP cantando com o sacerdote?! Um grande encontro reuniu mais de 20 artistas para gravar a canção e o clipe comemorativo dos 50 anos da música, que é sucesso de todos os tempos.
O ilustre catequista, através da música, relata que essa composição é fruto do Concílio Vaticano II: “Certa vez, eu ouvi de um bispo: ‘você canta o Concílio’. Esta foi, realmente, uma decisão que tomei em 1966, quando também me encantei com o documento Gaudium et spes porque a minha vida estava ali”. Pe. Zezinho, scj assumiu, portanto, em seu trabalho a constituição pastoral do concílio ecumênico, além de outros documentos, como seu programa de missão e ministério.
O espírito daquele tempo o impeliu a escrever Um certo Galileu, a sentir as dores do povo em tantas viagens mundo afora e a reafirmar: “Eu vou cantar o Concílio Vaticano II! E a proposta da Igreja, naquele momento, era o diálogo e a atualização da Teologia, da sociologia e da comunicação da Igreja”. Não restou dúvida e disse para si: “Isso é comigo mesmo!”
Capa do single “Um certo Galileu” - releitura da capa do original de 1975 (Arte: Juliene Barros)
Um dia Ele voltará
Originalmente lançada em 1975 no álbum homônimo, a música é uma catequese completa da vida, morte e ressurreição de Jesus. Mas nem sempre foi assim. A famosa quinta estrofe só ganhou vez em 2011, quando foi lançada no CD e DVD “Uma História em Canções” por ocasião dos 50 anos da gravadora e editora musical Paulinas-COMEP.
Pe. Zezinho, scj comenta que, depois de quase 40 anos cantando Um certo Galileu, alguns bispos - em especial o então arcebispo de Salvador, Geraldo Majella Agnelo - alertaram-no de que faltava a Ressurreição de Cristo na letra. Os prelados até brincaram: “Você deixou Jesus morrer!”
Ele parou, refletiu, rezou e saiu o último trecho para enfatizar a vitória do Senhor sobre a morte e anunciar a Sua segunda vinda gloriosa. “Na letra, tem toda a Teologia. É a mística de quem vive para o outro”, resume Pe. Zezinho, scj ao enfatizar que buscou escrever a Teologia do Cristo.
Foi nas margens do Mar da Galileia que Cristo chamou os discípulos a se tornarem pescadores de homens. Ele atualiza o convite aos cristãos de todos os tempos para serem Seus instrumentos de diferentes formas, inclusive com a música. A participação dos artistas da gravadora na nova versão de Um certo Galileu expressa esse chamado e a atualização que a Igreja busca sempre viver, conforme destacou o compositor.
Confira quem canta e celebra com Pe. Zezinho, scj o jubileu de ouro de uma canção cheia de ensinamentos de catequeses e dogmas de fé:
- Adriana Melo - Cantores de Deus - Ir ao Povo - Sônia Mara - Antonio Cardoso - Alencastro - Jonny Mendes - Vida Reluz - Adoração e Vida - Marília Mello - Pe. Agnaldo José - Pe. Reginaldo Carreira - Jô D’Melo - Renato Palão - Ricardo Moreno - Ricardo Sá - Cassiano Menke
Uma verdadeira companhia de pesca ou de músicos também esteve na regravação de Um certo Galileu: o maestro Luiz A. Karam foi o diretor musical e a direção de voz ficou por conta de Karla Fioravante, do grupo Cantores de Deus.
Além deles, uma bela orquestra foi composta para a gravação. A variedade de vozes e instrumentos trouxe solenidade para a nova versão de Um certo Galileu e vai permitir ao público entrar na narrativa cantada da vida de Jesus.
A canção e o clipe serão lançados no dia 6 de março, dia de comemoração dos 65 anos da gravadora Paulinas-COMEP. O clipe estará disponível no canal da Paulinas-COMEP no YouTube.
Ficha Técnica
:: MÚSICA
Letra: Pe. Zezinho, scj
Intérpretes: Pe Zezinho, scj, Adriana Melo, Cantores de Deus, Ir ao Povo, Sônia Mara, Antonio Cardoso, Alencastro, Jonny Mendes, Vida Reluz, Adoração e Vida, Marília Mello, Pe. Agnaldo José, Pe. Reginaldo Carreira, Jô D’Melo, Renato Palão, Ricardo Moreno, Ricardo Sá, Cassiano Menke Produção fonográfica: Paulinas-COMEP Coordenação de produção: Ir. Eliane Deprá, fsp Produção musical e artística: Ir. Verônica Firmino, fsp Direção musical: Maestro Luiz A. Karam Direção de voz: Karla Fioravante
Arranjo e teclados: Maestro Luiz A. Karam Bateria: Tico Delisa Baixo: Renato Loyola Percussão: Marcus César Violões: Caio Carvalho e Maércio Lopes Sax: Bira Junior Trompete: Diogo Duarte Trombone: Sabiano Araujo Trompa: Deivson Violinos: Teco, Alexandre Cunha, Ricardo Takahashi, Marcos Scheffel, Natasha M., Paula A. Vasquez Violas: Glauco Imasato e Margareth Yahagi Cello: Gustavo Lessa Vocais: Cantores de Deus e Ir ao Povo Gravação, mixagem e masterização: Alexandre Soares Assistente de estúdio: Vanderlei Pena
:: CLIPE Direção: JC Nunes Cinegrafistas: Eli Santos e Maurílio Donizete Iluminação: Wallace Souza Edição: JC Nunes e Eli Santos Color Grading: JC Nunes Estúdio Paulinas-COMEP Arte: Juliene Barros